O CLI
CLI único do framework Anchors, em Go. É a ferramenta que uma IA opera para
exercitar o ciclo — a IA não precisa saber o Anchors de cor, ela pergunta ao
binário (anchors guide), aprende o fluxo, e opera com os comandos. O Anchors
não embute IA: ele é a ferramenta que a IA usa, em qualquer cliente
(Claude Code, GPT, Gemini…).
Instalação
Seção intitulada “Instalação”git clone https://github.com/co2-lab/anchors.gitcd anchors/cligo build -o anchors ./cmd/anchors./anchors --helpUso num projeto
Seção intitulada “Uso num projeto”anchors init # configura o anchors.yaml (por P&R; sugere presets de stack)anchors map build # constrói o mapa de dependências a partir dos arquivosanchors doctor # saúde do ecossistema: órfãos, colisões, buracos de coberturaanchors check --all # roda os gates de qualidade; abre issues; carimba o mapaanchors report all # gera os relatórios em docs/anchors/O CLI só lê texto — nunca parseia código. As anotações que ele entende
(identidade, @noPropagation…) vivem em comentários; os marcadores por
linguagem são configuráveis. Assim ele é agnóstico de stack.
O fluxo, dirigido pela IA
Seção intitulada “O fluxo, dirigido pela IA”A IA lê anchors guide e opera este ciclo — o watcher enfileira o
trabalho, a IA puxa da fila (a conversa nunca fica presa):
planejar ──▶ especificar ──▶ mapear ──▶ implementar ──▶ testar ──▶ confrontar │ │ │ │ │ │ guia de plano .spec.md map build código+feature testes check / doctor │ issue ◀── divergência que a IA não resolveCada arquivo salvo faz o watcher enfileirar a próxima task (spec→implementar, feature→testar…). A IA não precisa lembrar o que vem depois; a fila diz.
O que o CLI faz hoje
Seção intitulada “O que o CLI faz hoje”| área | comandos | o que entrega |
|---|---|---|
| Estrutura | init |
configura o anchors.yaml; presets de estrutura para ~17 stacks |
| Mapa | map build, map show, governs |
o grafo de dependências; quem rege quem |
| Propagação | impact, stale |
a onda de uma mudança; o que ficou desatualizado |
| Fila | watch, queue, next, done, drop, reclaim |
o watcher em background enfileira; a IA puxa |
| Qualidade | check, judge, doctor |
gates determinísticos e de julgamento por IA; saúde sistêmica |
| Identidade | code |
gera/valida um código de cenário único (evita colisões) |
| Confiança | ingest, coverage |
ingere JUnit/lcov do runner; cobertura por cenário, do diff, e delta |
| Relatórios | report |
6 perspectivas em docs/: tests, quality, structure, config, issues, inconsistencies |
| A ponte IA | guide (+ guide plan/spec/code/feature/test/guide) |
o playbook e as réguas embutidas que a IA lê para operar |
O que dá confiança no entregável
Seção intitulada “O que dá confiança no entregável”O melhor indicador de um ciclo bem-sucedido é não ter bugs no final. Além de exigir testes, o Anchors mede a qualidade deles a partir do artefato que o runner já gera:
- por cenário — cada requisito da spec (
SPCR-V01…) tem um teste que passou? (semântico, não cobertura de linha) - do diff — as linhas que você mudou estão cobertas? (pega o bug na linha nova)
- delta — a cobertura caiu desde a última medição? (pega regressão)
E gates que um script não computa (“esta tela respeita a arquitetura?”) viram gates de julgamento por IA: a IA lê os pontos de conformidade do guide, confronta o alvo item a item, e o veredito entra na mesma mecânica (carimbo + issue) — envelhecendo se o alvo mudar.
Estado do projeto
Seção intitulada “Estado do projeto”Em construção, e honesto sobre isso. A doutrina dos 6 pilares está escrita e revisada; o CLI exercita o ciclo inteiro e foi validado contra uma prova de conceito real — um app mobile com backend serverless, com um grafo de porte não trivial.